Jardim dos Ventos Coloridos.
Era uma vez, bem além das nuvens mais altas, um lugar chamado Jardim dos Ventos Coloridos.
Nesse jardim, o vento não era invisível — ele tinha cores! Havia ventos azuis que traziam calma, ventos amarelos que faziam cócegas e ventos rosados que espalhavam risadinhas pelo ar.
Quem cuidava de todos eles era uma menina chamada Iris. Ela tinha um pequeno sino pendurado no pulso, e com ele conseguia chamar cada tipo de vento.
— Vento azul, hora de acalmar o lago…
— Vento amarelo, leve alegria às crianças…
E assim, tudo no mundo ficava em equilíbrio.
Mas um dia, algo estranho aconteceu.
Os ventos começaram a desaparecer.
Primeiro o amarelo sumiu. Depois o azul ficou fraquinho… até que só restou um ventinho cinza, quieto e triste.
— Isso nunca aconteceu antes… — disse Iris, preocupada.
Determinada a resolver o mistério, ela pegou seu sino e seguiu até o coração do jardim, onde ficava a Fonte dos Ventos.
Lá, encontrou uma pequena criatura encolhida, abraçando os próprios joelhos. Era um ser feito de nuvem, com olhos grandes e brilhantes.
— Fui eu… — disse ele baixinho. — Eu escondi os ventos.
— Mas por quê? — perguntou Iris, com suavidade.
— Porque eu nunca tive uma cor… — respondeu a criatura. — Todos os ventos são especiais… menos eu.
Iris se aproximou devagar.
— Você não precisa ter uma cor para ser importante.
Ela pensou por um momento e então teve uma ideia.
Tocou seu sino com cuidado.
tilim…
Em vez de chamar um vento, o som ecoou suave e envolveu a criaturinha. Aos poucos, um brilho diferente surgiu — não era uma cor só… eram todas misturadas, como um arco-íris suave.
— Você é o vento que junta todos os outros — disse Iris sorrindo. — O vento da união.
A criaturinha abriu um sorriso pela primeira vez.
E então… whoooosh!
Todos os ventos voltaram! O azul dançou no lago, o amarelo girou pelo ar, o rosa espalhou alegria — e o novo vento, multicolorido, conectava todos eles com harmonia.
O Jardim dos Ventos Coloridos voltou a ser ainda mais bonito do que antes.
E Iris aprendeu que, às vezes, o que parece diferente… é justamente o que torna tudo mais especial.
E assim, entre brisas suaves e risadas levadas pelo ar, o jardim continuou encantando o mundo.
Fim. 🌈✨
Era uma vez, bem além das nuvens mais altas, um lugar chamado Jardim dos Ventos Coloridos.
Nesse jardim, o vento não era invisível — ele tinha cores! Havia ventos azuis que traziam calma, ventos amarelos que faziam cócegas e ventos rosados que espalhavam risadinhas pelo ar.
Quem cuidava de todos eles era uma menina chamada Iris. Ela tinha um pequeno sino pendurado no pulso, e com ele conseguia chamar cada tipo de vento.
— Vento azul, hora de acalmar o lago…
— Vento amarelo, leve alegria às crianças…
E assim, tudo no mundo ficava em equilíbrio.
Mas um dia, algo estranho aconteceu.
Os ventos começaram a desaparecer.
Primeiro o amarelo sumiu. Depois o azul ficou fraquinho… até que só restou um ventinho cinza, quieto e triste.
— Isso nunca aconteceu antes… — disse Iris, preocupada.
Determinada a resolver o mistério, ela pegou seu sino e seguiu até o coração do jardim, onde ficava a Fonte dos Ventos.
Lá, encontrou uma pequena criatura encolhida, abraçando os próprios joelhos. Era um ser feito de nuvem, com olhos grandes e brilhantes.
— Fui eu… — disse ele baixinho. — Eu escondi os ventos.
— Mas por quê? — perguntou Iris, com suavidade.
— Porque eu nunca tive uma cor… — respondeu a criatura. — Todos os ventos são especiais… menos eu.
Iris se aproximou devagar.
— Você não precisa ter uma cor para ser importante.
Ela pensou por um momento e então teve uma ideia.
Tocou seu sino com cuidado.
tilim…
Em vez de chamar um vento, o som ecoou suave e envolveu a criaturinha. Aos poucos, um brilho diferente surgiu — não era uma cor só… eram todas misturadas, como um arco-íris suave.
— Você é o vento que junta todos os outros — disse Iris sorrindo. — O vento da união.
A criaturinha abriu um sorriso pela primeira vez.
E então… whoooosh!
Todos os ventos voltaram! O azul dançou no lago, o amarelo girou pelo ar, o rosa espalhou alegria — e o novo vento, multicolorido, conectava todos eles com harmonia.
O Jardim dos Ventos Coloridos voltou a ser ainda mais bonito do que antes.
E Iris aprendeu que, às vezes, o que parece diferente… é justamente o que torna tudo mais especial.
E assim, entre brisas suaves e risadas levadas pelo ar, o jardim continuou encantando o mundo.
Fim. 🌈✨
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